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Consórcios de organizações mundiais sem fins lucrativos colaboram na procura de novos fármacos

As Indústrias Farmacêuticas vêm aumentando a participação no desenvolvimento de novos fármacos ou de novas formulações já existentes para o tratamento de doenças como a malária, dengue e Chagas. Uma das principais razões para isso, segundo especialistas na área, são consórcios liderados por organizações internacionais sem fins lucrativos, como a Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi) e a Medicines for Malaria Ventures.

 

As duas organizações financiam as etapas mais caras de desenvolvimento de novos fármacos – a descoberta de moléculas e testes pré-clínicos e de toxicidade –, realizadas em universidades e instituições de pesquisa em diferentes países. Em contrapartida, as companhias farmacêuticas podem entrar nas fases de ensaios clínicos e produção em larga escala, diminuindo, dessa forma, o tempo necessário para o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças típicas de países em desenvolvimento.

 

Por meio de parcerias com universidades, instituições de pesquisa e indústrias farmacêuticas, por exemplo a DNDi já desenvolveu cinco novos tratamentos para malária, doença do sono e leishmaniose visceral, que já estão a ser utilizados em países da América Latina, África e Ásia.

 

Fonte: Angola Press